inicio | notícias | testemunhos | contactos  
Rancho Folclórico   Grupo de Bombos   BTT/Ciclismo   Pedestrianismo
Continuaremos a dar uma imagem do Antigamente ainda tão presente. Constituído por cerca de 20 elementos, este grupo de zé-pereiras pertence à grande Família ACRTX. Mantemos a organização anual dos nossos Passeios, procurando sempre percursos novos e interessantes. Mais do que andar a pé, o pedestrianismo é uma actividade praticada em permanente contacto com a natureza.
ver mais ver mais ver mais ver mais
 
Actividades
 
16   Tradiocional Jogo da Panela e Mostra de Olaria Preta
ABR
14   17ª Caminhda da Primavera
MAI
Ver tudo
Notícias
Volta a Lugo em Master e 1ª Prova da Taça de Portugal XCM em Melgaço
[ler mais]
CTM Vila Pouca Aguiar 2017 - 1ª Prova Campeonato Arcvr Ciclismo
[ler mais]
APRESENTAÇÃO DA EQUIPA SKODA IRMÃOS LEITE - BIKE BOX - ACRTX
[ler mais]
Boas Festas
[ler mais]
Ver tudo
 
Patrocínios
 
 
Cancioneiro do Rancho Folclórico
 

 

Marcha de entrada

Refrão
Vamos em frente
Sempre a cantar
Vamos pedir licença
P'ro o nosso rancho passar.

Tourencinho linda terra
Como esta não há igual
Tourencinho terra linda
Mais linda de Portugal.

Refrão

Tourencinho pobre ou rico
Cheio de amor e beleza
Tourencinho não faltou, com alegria chegou
A esta terra Portuguesa.


Regadinho


Refrão
Água leva o regadinho, água leva o regador
Enquanto rega e não rega, vou falar ao meu amor
Água leva o regadinho, água leva e vai Regar
Enquanto rega e não rega, ao meu amor vou falar.

Água leva o regadinho, vai regar o alecrim
Enquanto rega e não rega, vira-te para mim Joaquim.

Água leva o regadinho, vai regar o manjerico
Enquanto rega e não rega, vira-te para mim ó Chico.

Água leva o regadinho, vai regar o japonês
Enquanto rega e não rega, vira-te amor outra vez.

Água leva o regadinho, vai regar a quinta ao norte
Namorar é um segredo, e casar é uma sorte.

Água leva o regadinho, vai regar o Japão
Enquanto rega e não rega, vira-te para mim João.

Água leva o regadinho, vai regar o moscatel
Enquanto rega e não rega, vira-te para mim Manuel.


Então Porque Não

Refrão
Então porque não, porque não
Então porque não hei-de ir
Daqui para a minha terra
Eu vou e torno a vir.

Ó que ranchinho de moças
Ó que bela mocidade
Criadinhas numa aldeia
Parece uma cidade.

O povo de Tourencinho
Ao longe parece vila
Tem um cravo na entrada
Rosa branca na saída.


Ciranda Cirandinha

Ò Ciranda Cirandinha
Não sabes a cirandar
Ò Ciranda Cirandinha
Vai de roda e troca o par.

A Ciranda foi à fonte
Foi à fonte, caiu, caiu
A danada da Ciranda
Até ao cair se riu.

Ó meu amor vai e vem
À vinda vem por aqui
Uma flor dá-se a todos
Lealdade só a mim.


Clarinha

Ó Clarinha
Tu és levada da breca
Dá-me uma pinga de vinho
Da tua rica caneca
Dá-me uma pinga de vinho
Da tua rica caneca.


Vamos dizer
Vamos cantar em voz alta
Que o vinho da Clarinha
Faz animar toda a malta
Que o vinho da Clarinha
Faz animar toda a malta.


Malhão

Refrão
Hei-de te amar, toda a vida cavaquinho
Pois só tu és, o meu rico amorzinho.

Ó Malhão, Malhão. Que vida é a tua?
Comer e beber, comer e beber
Passear na rua.

Ó Malhão, Malhão. Ó Margaridinha?
Eras do teu pai, eras do teu pai
Agora és minha.

Refrão

Ó Malhão, Malhão. Quem te deu as meias?
Foi o caixeirinho, foi o caixeirinho
Das perninhas feias.

Ó Malhão, Malhão. Quem te deu as botas?
Foi o caixeirinho, foi o caixeirinho
Das perninhas tortas.

Refrão

Ó Malhão, Malhão. Ó Malhão do norte?
Quando o mar está bravo, Quando o mar está bravo
Faz a onda forte.

Ó Malhão, Malhão. Ó Malhão do sul?
Quando o mar está bravo, Quando o mar está bravo
Faz a onda azul.


Agora é que me eu maneio

Refrão
Ai agora é que m´eu maneio, é que m´eu maneio, é que m´eu rebolo,
Nos braços do meu amor. Ai agora é que m´eu consolo.
Ai agora é que m´eu maneio, é que m´eu maneio, é que o meu Zé gosta
Sainha pelo joelho, andar com a perninha à mostra

Tanta silva, tanta silva.
Tanta silva tanta amora
Tanta menina bonita,
e o meu pai sem uma nora

Refrão

Nem a rosa na roseira,
nem qualquer outra flor
Nem a primavera inteira,
vale mais que o meu amor


N.ª Sr.ª do Extremo

Nossa senhora faz meia, com linha feita de luz.
O novelo é lua cheia, e as meias são para Jesus.

S. João baptizou Cristo, Cristo baptizou João
Ó que belo baptizado, lá no rio de Jordão.

Nossa Sr.ª do Extremo, tem uma velinha a arder
Nada se faz neste mundo, que se não venha a saber.

Nossa Sr.ª do Extremo, mandai varrer as areias
Que eu já rompi os sapatos, não quero romper as meias.


Que dirão

Refrão
Que dirão Que dirão,
Que dirão, por aí
Só dirão só dirão,
Choro e morro por ti.

Ó meu amor se tu fores, o ai. Diz-me a quem eu hei-de amar
Ai, Diz-me a quem eu hei-de amar
A mais ninguém, o ai. Que eu se for hei-de voltar
Ai, Que eu se for hei-de voltar.

Refrão

Ó meu amor quem te disse, o ai. Que eu a dormir suspirava
Ai, Que eu a dormir suspirava
Quem te disse não mentiu, o ai. Que eu por ti suspiros dava
Ai, Que eu por ti suspiros dava.

Refrão

Foste dizer mal de mim, o ai. Ao rapaz que me namora
Ai, Ao rapaz que me namora
Se muito me queria então, o ai. Muito mais me quer agora
Ai, Muito mais me quer agora.


Viva Tourencinho

Bater, bater, bater
O rapaz da tamanquinha
Bater, bater, bater
A menina há-de ser minha.

Refrão
Viva Tourencinho
Terras das cantigas
Viva Tourencinho
Rapazes e raparigas.

Pedrinhas desta calçada
Levantai-vos e dizei
Quem vos passeia de noite
Que eu de dia bem o sei.

Refrão

A perdiz anda no monte
Depenica nos seixinhos
Também eu depenicava
Da tua boca beijinhos.

Refrão

Foste dizer mal de mim
Ao rapaz que me namora
Se muito me queria então
Muito mais me quer agora.


Eu venho de lá de baixo

Eu venho de lá de baixo
De regar o milheiral
Trago o nome do meu bem
Nos laços do avental.

Refrão
Pois não é assim,
ai assim é que não é
Pois não é assim,
que a menina bate o pé.

Não cortes a videirinha
Que sobe pela janela
É a escada do amor
Que sobe e desce por ela.

Refrão

Ao passar a ribeirinha
Água sobe e água desce
Dei a mão ao meu amor
Antes que alguém soubesse.

Refrão

Quem me dera ser cigarro
Na boca do fumador
Para andar agarradinho
Aos lábios do meu amor.
Garoto Tratante

Eu hei-de amar uma pedra
Deixar o teu coração
Uma pedra não me deixa
Deixas-me tu sem razão.

Refrão
Garoto, Tratante,
deixas-te-me só.
No alto da serra
sem pena nem dó.

Eu bati à tua porta
Espreitei pela fechadura
Não m´a quisestes abrir
Coração de pedra dura.

Refrão

Foste dizer ao meu pai
Que me havias de bater
Marca a hora e o dia
Onde é que eu hei-de ir morrer.

Refrão

O meu amor ontem à noite
Pela vida me jurou
Que se ia deitar ao mar
Eu atrás dele não vou.


Seguimos amor seguimos

Seguimos amor seguimos,
Caminhos da nossa aldeia
Mostrando as nossas rendas
A nossa fininha meia.

Os nossos, nossos calções,
e os nossos pés delicados
Esses corpinhos bem feitos
Já cá eram desejados.

Cantai raparigas todas,
Venha de uma banda a eito
A todas eu quero bem
A todas guardo respeito.

Cantai raparigas todas,
Guardai o que vosso é
As que não cantam nem dançam
Também lhes escorrega o pé.

Cantai raparigas todas,
Ajudai-me sequer uma
O cantar é ser alegre
Não é vergonha nenhuma.

Cantai raparigas todas,
Rapazes cantai com elas
Aqui não há que dizer
Nem dos rapazes nem delas.


Pinheirinho

Eu cortei o pinheirinho
Eu cortei está cortado
Ai, Eu deixei o meu amor
Ai, Eu deixei está deixado.

Deixa-me ir que eu vou com pressa
Ao freixo tirar um ninho
O freixo está derreado
Com o peso do passarinho.

Deitei o cravo ao poço
No meio criou raiz
Dizias que não me querias
Mas fui eu que não te quis.

Fui-me deitar ao pé da água
Para a ver correr
Vi correr a dos meus olhos
Para maior pena ter.


Laurindinha

Ó Laurindinha
Não vás à praia
Se vem o vento
Leva-te a saia.

Refrão
Agora Laurindinha,
Agora
Adeus ó Laurinda
Que me vou embora.

Leva-te a saia
leva-ta toda
Ó Laurindinha
Não sejas tola.

Não sejas tola
Não sejas não
Ó Laurindinha
Do meu coração.

Eu vou embora,
Eu vou eu vou
Pr´a minha terra
Daqui não sou.


Loureiro

Loureiro verde Loureiro.
Loureiro assim, assim
Enganas-te a donzela
Casar com ela ó Joaquim.

Casar com ela eu não caso.
Que ela a mim não me faz conta
Loureiro verde Loureiro.
Seco no meio verde na ponta

O Loureiro chora, chora.
Que lhe cortaram a ponta
Também os meus olhos choram.
Por quem já não lhe faz conta.

Bate o loureiro à porta
Alecrim vai ver quem é
São os olhos de Maria.
Que vão falar a José.

Deitei o Loureiro ó poço.
No fundo ganhou a rama
Do amor que faço gosto.
Não se me dá de e fama.


Alargai-vos Raparigas

Alargai-vos raparigas,
que o terreiro é estreito
Ai ,ai, ai, quero dar minhas voltinhas
Ai, ai ,ai, quero dá-las a meu jeito.

Na entrada de Tourencinho,
logo me cheirou a rosas
Ai, ai, ai, logo meu coração disse
Ai, ai, ai, aqui há moças Formosas.

Tourencinho tem três largos,
o mais lindo é o da capela
Ai, ai, ai, onde está nossa Senhora
Ai, ai, ai, a servir de sentinela.

Adeus largo do Carril,
tem duas pedras de assento
Ai, ai, ai, uma é de namorara
Ai, ai, ai, outra de passar o tempo.

Adeus largo da Lameira,
semeado davas pão
Ai, ai, ai, já me deste alegria
Ai, ai, ai, agora dás-me paixão.

Adeus largo da Fontinha,
carreirinho das formigas
Ai, ai, ai, onde os rapazes se assentam
Ai, ai, ai, à espera das raparigas.

O povo de Tourencinho,
ao longe parece vila
Ai, ai, ai, tem um cravo na entrada
Ai, ai, ai, rosa branca na saída.


Adeus ó Laurinda

Refrão
Adeus ó Laurinda, ó Laurinda adeus
Eu só levo pena desses olhos teus.

O meu amor diz que vinha, quando a lua viesse.
A lua já acolá vem, meu amor não aparece.

O luar da meia noite, é um luar muito lindo.
Adormece quem está esperto, acorda quem está dormindo.

Sete estrelos que rondais, por cima de Chaves fora.
Levantai-vos sete estrelos, deixai-me rondar agora.

Por esta rua vou indo, pela outra já dei volta.
Onde eu trazia sentido, já me fecharam a porta.

Por esta rua vou indo, pela outra vou e venho.
Tira de mim o sentido, que eu em ti já não o tenho.

Viva o nosso patrão de hoje, por cem anos e um dia.
Por trazer em sua casa, gente de tenta alegria.


Canção do Luar

Ó que luar ó que lua
Ó que luar ó que lua
Ó que céu tão estrelado
Só quem não tiver amores
Só quem não tiver amores
Pode dormir descasado.

Ó luar da meia noite
Ó luar da meia noite
É um luar muito lindo
Adormece quem está esperto
Adormece quem está esperto
Acorda quem está dormindo.

Ó lua não des luar
Ólua não des luar
Na campa da minha amada
Ela chora coitadinha
Em se ver ali sozinha
Naquela triste morada.

Naquela triste morada
Naquela triste morada
Naquela morada escura
Ela chora coitadinha
Ela chora coitadinha
Em se ver na sepultura.

Ó luar da meia noite
Ó luar da meia noite
Tu és o meu inimigo
Estou ás portas de quem amo
Estou ás portas de quem amo
Náo posso estar contigo